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Calçada Portuguesa

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Calçada Portuguesa – Calçada á portuguesa - Mosaico português - Pedra portuguesa

Lisboetas, turistas e elétricos pendulares calcam apressadamente ondas do Mar Largo, caravelas, caranguejos, golfinhos, sereias, estrelas-do-mar, rosetas, lagartos fantásticos, florões e tapetes dos mais variegados formatos; obras dos nossos calceteiros-artistas quais poetas que inundaram com os seus mares de pedra as praças e artérias principais da cidade de Lisboa com a sua dura poesia.

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Nem sempre os alfacinhas reagiram assim. Quando começaram os primeiros trabalhos de calçada portuguesa juntavam-se magotes de povo que se surpreendiam com esta nova arte escultórica. Com o passar dos anos, fez escorregar esta admiração para o esquecimento e os transeuntes pelas calçadas...

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A pedra desgasta-se ao longo dos anos com o polimento diário feito por milhares de botas cardadas ou não, saltos aguçados que vão picando a pedra, carrinhos nascidos de variadíssimas invenções; fazendo com que fique escorregadio e as pedras com o tempo sem o devido restauro vão se soltando ajudadas pelas pessoas que sem civismo as vão tirando e rolando com elas como se essas fossem bolas de futebol. E em vez de haver um cuidado em as arranjar bem porque isso dá trabalho fazem-se remendinhos sem o mínimo cuidado. Sim, porque o Lisboeta orgulha-se de outro tipo de arte citadina: o desenrasca – palavra que foge ao purismo da língua mas de grande uso diário...

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O velho provérbio «santos de casa não fazem milagres» poder-se-á também aplicar à divulgação da arte existente na calçada portuguesa; em 22 de Setembro de 1945 a revista Século Ilustrado publica um artigo de Judith Maggioly intitulado "Repare onde põe os seus pés" aconselhando "…baixe um pouco os olhos e repare que está pisando estrelas, peixes, flores, liras, pássaros…"

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Após este primeiro convite público muitos outros jornalistas e fotógrafos nacionais e estrangeiros se surpreenderam com a nossa calçada e desde essa época revistas e jornais das mais variadas partes do mundo escrevem, fotografam e encantam-se com esta arte tipicamente lisboeta, que é levada para todo o Continente e ilhas pelos Portugueses assim como para todos os países Lusófonos.

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A arte-do-calcário-e-basalto começa a espalhar-se por um mar de países devido, em parte aos seus tons sóbrios que se integram facilmente no ambiente envolvente.

Painéis calcetados tornam-se obras de arte e pertença desses povos que os tratam com carinho, preservando-os com cuidados que nada têm a ver com o atirar pedregulhos para o lado ‘porque estão a estorvar a passagem...’, sendo-lhes indiferente que pedras facetadas e partidas manualmente pertençam a um painel.

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 Variados episódios poderiam ser relatados; irei referir apenas um por ter acontecido há pouco tempo e ainda não ter visto o seu registo: um português ao pisar um painel de calçada à portuguesa feito em homenagem a John Lennon no Strawberry Fields do Central Park of New York, foi surpreendido por um grupo de norte-americanos que lhe explicava que era uma obra de arte pintada a negro e como tal não se poderia pisar. O polícia presente declarou que não estava previsto na lei qualquer penalização, mas efetivamente ninguém o fazia. O nosso português lá repôs a verdade dos factos...

Poderemos sintetizar desta maneira a arte do calcetamento:

- Nasce da abstração da cor recorrendo apenas ao contraste;

- Sobrepõe o rigor do ornato ao sugestivo do desenho;

- Tende para a vasta dimensão em vez de se cingir ao motivo restrito.

- Possui um sentido estético e utilitário que nunca satura os olhos porque surgem sempre inéditos conforme o ângulo de que se observem.

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 À arte da calçada portuguesa poder-se-ia aplicar o libelo que Alexandre Herculano usou para os monumentos:

«Erguer-se-ão rusmas de nabos, de couves e de alfaces no lugar do monumento. E que é, com efeito, neste século egoísta, indiferente positivo, um monumento a par de uma jiga de hortaliças, que é uma recordação de D. Fernando e de D. João I a par de um bem-criado repolho.»

in Alexandre Herculano, «Os Monumentos II»

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A calçada portuguesa ou mosaico português ou ainda pedra portuguesa no Brasil é o nome de um tipo de revestimento de piso utilizado especialmente na pavimentação de passeios, de espaços públicos, e espaços privados, de uma forma geral.

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 A calçada portuguesa resulta do calcetamento com pedras de formato irregular, em calcário, podem ser de uma só cor ou de várias formando padrões decorativos ou mosaicos pelo contraste entre as pedras de distintas cores. As cores mais tradicionais são o preto e o branco, embora sejam populares também o castanho e o vermelho, azul cinza e amarelo. Em certas regiões brasileiras, porém, é possível encontrar pedras em azul e verde.

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Rio de Janeiro                          S. Salvador da Baia             Macau                                  

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Nova Iorque                       Pequim

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Macau                                                            Moçambique                                           

 

Os trabalhadores especializados na colocação deste tipo de calçada são denominados mestres calceteiros.

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Como a rocha mais comum para fazer o contraste é a negra, faz com que se confunda a rocha mais utilizada, o calcário negro, com basalto. De facto, existe calcário de várias cores. O basalto apenas é utilizado nas ilhas, onde é abundante, sendo aí os desenhos executados em calcário branco. Quando é basalto, distingue-se pelo maior mate e pela sua maior irregularidade no corte, pois este é muito mais rijo.

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A calçada à portuguesa, tal como o nome indica, é originária de Portugal, tendo surgido tal como a conhecemos em meados do século XIX. Esta é amplamente utilizada no calcetamento das áreas pedonais, em parques, praças, pátios, etc. No Brasil, este foi um dos mais populares materiais utilizados pelo paisagismo do século XIX, devido à sua flexibilidade de montagem e de composição plástica. A sua aplicação pode ser apreciada em projetos como o do Largo de São Sebastião, construído em Manaus no ano de 1901 e que inspirou o famoso calçadão da Praia de Copacabana (uma obra de Roberto Burle Marx) ou nos espaços da antiga Avenida Central, ambos no Rio de Janeiro.

images7FIAYW8I.jpgsem nome.pngManaus                                                 Copacabana                                             

 

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Rio de Janeiro (antiga)

Apesar de os pavimentos calcetados surgirem no reino por volta de 1500, a calçada à portuguesa, tal como a entendemos hoje, foi iniciada em meados do séc. XIX. A chamada "calçada à portuguesa", em calcário branco e negro, caracteriza-se pela forma irregular de aplicação das pedras.

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Calçada à portuguesa                                             Calçada portuguesa

 Mas o tipo de aplicação mais utilizado hoje, desde meados do séc. XX, designado por "calçada portuguesa", é aplicado com cubos, e tem um enquadramento diagonal. Calçada À portuguesa, e calçada portuguesa são coisas distintas.

 

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 A calçada começou em Portugal de forma diferente da que hoje é, mais desordenada. São as cartas régias de 20 de Agosto de 1498 e de 8 de Maio de 1500, assinadas pelo rei D. Manuel I de Portugal, que marcam o início do calcetamento das ruas de Lisboa, mais notavelmente o da Rua Nova dos Mercadores (antes Rua Nova dos Ferros). Nessa época, foi determinado que o material a utilizar deveria ser o granito da região do Porto, que, pelo transporte implicado, tornou a obra muito dispendiosa. O objetivo seria que a Ganga, um rinoceronte branco, ricamente ornamentada, não sujasse de lama com o calcar das suas pesadas patas, o numeroso e longo cortejo, com figurantes aparatosamente engalanados com as novas riquezas e adornos vindas do oriente, que saía à rua em pleno inverno, aquando do seu aniversário a 21 de Janeiro. A comitiva ficava manifestamente suja, daí a decisão de calcetar as ruas do percurso como forma de dar resposta ao problema. Sendo a única vez no ano em que o rei se mostrava à população vem daí a expressão: "Quando o rei faz anos..."

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 Com o terramoto de 1755, dá-se a destruição e reconstrução da cidade lisboeta, em moldes racionais mas de custos contidos, tornou a calçada algo improvável à época. Contudo, já no século seguinte, foi feita em Lisboa no ano de 1842, uma calçada calcária, muito mais próxima da que hoje mais conhecemos e continua a ser utilizada. O trabalho foi realizado por presidiários (chamados "grilhetas" na época), a mando do Governador de armas do Castelo de São Jorge, o tenente-general Eusébio Pinheiro Furtado. O desenho utilizado nesse pavimento foi de um traçado simples (tipo zig-zag) mas, para a época, a obra foi de certa forma insólita, tendo motivado cronistas portugueses a escrever sobre o assunto. Em “O Arco de Sant'Ana”, romance de Almeida Garrett, também essa calçada na encosta do mesmo castelo seria referida, tal como em “Cristalizações”, poema de Cesário Verde.

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Após este primeiro acontecimento, foram concedidas verbas a Eusébio Furtado para que os seus homens pavimentassem toda a área da Praça do Rossio, uma das zonas mais conhecidas e mais centrais de Lisboa, numa extensão de 8 712 m².

 

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 A calçada portuguesa rapidamente se espalhou por todo o país e pelas colónias, subjacente a um ideal de moda e de bom gosto, tendo-se apurado o sentido artístico, que foi aliado a um conceito de funcionalidade, originando autênticas obras-primas nas zonas pedonais. Daqui, bastou somente mais um passo, para que esta arte ultrapassasse fronteiras, sendo solicitados mestres calceteiros portugueses para executar e ensinar estes trabalhos no estrangeiro.

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 Pormenor do "Monumento ao Calceteiro", da autoria de Sérgio Stichini Lisboa, diante da Igreja de São Nicolau.

 

Em 1986, foi criada uma escola para calceteiros (a Escola de Calceteiros da Câmara Municipal de Lisboa), situada na Quinta do Conde dos Arcos. Da autoria de Sérgio Stichini, em Dezembro de 2006, foi inaugurado também um monumento ao calceteiro, sito na Rua da Vitória (baixa Pombalina), entre a Rua da Prata e a Rua dos Douradores.

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Calceteiros a trabalhar, Lisboa (1907).  

 

Os calceteiros tiram partido do sistema de diáclases (fraturas na rocha) do calcário para, com o auxílio de um martelo, fazerem pequenos ajustes na forma da pedra, e utilizam moldes para marcar as zonas de diferentes cores, de maneira a repetir os motivos em sequência linear (frisos) ou nas duas dimensões do plano (padrões). A geometria do século XX demonstrou que há um número limitado de simetrias possíveis no plano: 7 para os frisos e 17 para os padrões. Um trabalho de jovens estudantes portugueses registou, nas calçadas de Lisboa, 5 frisos e 11 padrões, atestando a sua riqueza em simetrias.

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Vários tipos de aplicação de calçada.

As técnicas de aplicação de calçada, mais comuns:

A antiga calçada à portuguesa, que se caracteriza pela forma irregular de aplicação das pedras (figura 1);

O malhete, semelhante mas com mais espaço entre as pedras (figura 2);

A calçada portuguesa clássica, que tem uma aplicação em diagonal, segundo um alinhamento de 45 graus com os muros ou lancis (figura 3);

A calçada à fiada, com as pedras alinhadas em filas paralelas (figura 4);

A calçada circular (figura 5);

A calçada sextavada (figura 6);

A calçada artística, que se caracteriza pela aplicação de pedras com formatos específicos e/ou pelo contraste de cores (figura 7);

O Mar Largo (figura 8);

O leque segmentado (figura 9);

O leque florentino (figura 10);

O rabo de pavão (figura 11 e 12).

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 Em Portugal, quando se fala de vias de comunicação, imediatamente são focados os Romanos; de facto, eles foram os nossos percursores da Calçada à Portuguesa; criaram as grandes vias de comunicação espaçosas e duradouras que chegaram até aos nossos dias apesar de terem sido muito descuradas. Contudo, existe cada vez mais a preocupação de as conservar, dado que ainda hoje são uma via de ligação para as populações do interior do país. Um dos exemplos que provocou muita polémica foi a via que liga o Gerês/Peneda a Espanha e que foi classificada como Património Mundial.

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Felizmente existem ainda muitos exemplares de calçada portuguesa, apesar do seu número ter diminuído drasticamente. Não será exagero afirmar que por cada nascimento de mais uma floresta de betão morrem golfinhos, cavaleiros, sereias… são dispendiosas de sustentar.

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Continuando esta destruição massiva teremos que ir apreciar os melhores trabalhos ao calçadão de Copacabana, Belo Horizonte, Nova Iorque, Japão, Hawaii ou mais perto a Liverpool.

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 Um dos exemplos mais gritantes é o da ‘nossa sala de visitas’ muitas vezes assim chamada ao Terreiro do Paço. As colunas do cais estão guardadas algures, os golfinhos que rodeavam a estátua de D. José estão em nenhures mas a ferrugenta escavadora todos os Lisboetas sabem do seu paradeiro… está imersa nas águas sujas do Tejo entre as gaiolas de pinho que o Marquês de Pombal mandou erigir para sustento de Lisboa.

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O cimento tem atropelado a Cidade com a sua monótona cor acinzentada. É a panaceia para todos os males: existe um velho cais dentro da Praça da Ribeira! Que fazer? De uma boa camada de cimento protegida por muros de lata de mais de dois metros irá, tal Fénix renascida, surgir uma Nova Praça da Ribeira. As pedras da calçada já não unem, como nos tempos áureos em que mestres calceteiros se orgulhavam de nem uma mortalha de arroz caber nos interstícios. A nova cura chegou! Uma boa camada de cimento e já está!

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O cheiro exalado após o levantamento das pedras provocado pelos gases comprimidos sem respiração também não é problema grave! Só quem tem de trabalhar na substituição dos canos ou pisar o pavimento próximo é que os apanha… afinal Lisboa é uma cidade assente em basaltos…images1QLFKYVT.jpg

 

O palácio do Marquês de Pombal também ficará muito beneficiado todo construído em cimento fresquinho, bem mais moderno, poderá ser a alegria de muitos novos hóspedes nacionais e estrangeiros transformado num hotel de luxo! Cumprem-se os objetivos hoteleiros! Os turistas ficarão embasbacados pelo Milagre do Cimento que vai conseguindo transformar uma cidade moderna, incaracterística e igualzinha a muitas outras…Terão o conforto da monotonia, nem gastarão tanto dinheiro em películas fotográficas.

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Poderão passear confortavelmente de metropolitano da Baixa a Santa Apolónia, sim porque o Cimento Milagreiro, funcional como Supercola 3, lá há-de tapar o buraco aquoso do Terreiro do Paço…

 Pela mão da autarquia e em nome de falsas promessas de comodidade e progresso pode vir a desaparecer da cidade. Quem ama lisboa sabe que é imperativo denunciar e combater esta afronta à tradição e crime lesa-patrimonial. Aprovado na Assembleia Municipal de Lisboa, o Plano de Acessibilidade Pedonal prevê a implementação, até 2017, de 100 medidas que facilitem a mobilidade das pessoas na capital. Algumas destas medidas passam pelo aumento de passadeiras, de ciclovias e pelo rebaixamento de alguns passeios. O plano prevê a substituição da calçada portuguesa em alguns locais da cidade de Lisboa. Para a Associação de Defesa do Património de Lisboa esta medida é inaceitável e, por isso, já anunciaram que vão realizar uma petição para impedir que o pavimento tradicional seja retirado.

http://peticaopublica.com/psign.aspx?pi=PT76512

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Aos microfones da TSF, o vereador dos direitos sociais da autarquia lisboeta, garantiu que a retirada do referido pavimento só será feito nos locais em que a mesma represente um perigo. “O plano não diz que vamos tirar a calçada toda. Até porque nem com o orçamento todo da câmara para os próximos quatro anos seria possível tirar toda a calçada de Lisboa e pôr outros pavimentos”, começou por dizer João Afonso, acrescentando ainda: “Acho que é a oportunidade de pôr um novo passeio que não seja derrapante e que seja mais regular que a calçada portuguesa”, concluiu.

O Futuro do Cimento é radioso!

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Acabarei com o destaque para as duas quadras que popularizou Tony no seu poema "O Calceteiro":

Lembrai-vos desta arte,

Penso que tem defesa!

Aparece em toda a parte,

Pois ela é bem portuguesa.

 

Quis sobretudo ser franco,

Fala aberto o coração!

Trabalho o preto e branco,

Sou um ourives do chão.

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  • Cremilde De La Rosa Raposo Colaço Barreiros
  • Bairrada, Eduardo Martins. Empedrados artísticos de Lisboa: A arte da calçada-mosaico. Lisboa, M. Bairrada, 1986.
  • Hatoum, Milton. "Brasil Imperdível. Brasil. H. Milton"
  • Kraffner, Joachim. Die calçada portuguesa, das natursteinpflaster in den offentlichen freirãumen Lissabons: seine entwicklung und typen. Wien : Institut fur Landschaftsplanung und Ingenieurbiologie, Arbeiitsberech Ingenieurbiologie und Landschaftsbau, 2000.
  • Matos, Ernesto. Mesmo por baixo dos meus pés: uma viagem pela calçada portuguesa: Lisboa, Aveiro, Guimarães. Lisboa, E. Matos, 1999.
  • Matos, Ernesto. Calçada portuguesa: uma linguagem universal. Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa, 2001.
  • Matos, Ernesto. Lisboa das Calçadas. Colecção Olhar Lisboa, n.º 2. 2004.
  • Matos, Ernesto. Calçada portuguesa nos Açores: entre o céu e o horizonte / The portuguese stone pavement at the Azores: between the sky and the horizon. Terceira, BLU, 2006. ISBN 972-8864-17-5.
  • Rego, Victor Dias. Calçada artística nos passeios de Ponta Delgada. Açores, Criações Tur'Arte, 2000.

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  •  www.peprobe.com/wp-content/.../Portuguese-cobblestone-pavement.pdf
 

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