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Aqui partilho o que mais gosto e me interessa; fotografias, decoração, arquitetura, inspirações, curiosidades, receitas, livros, viagens, boas ideias e espero que me ajudem com a vossa opinião e sabedoria...

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Magrets de pato com figos e cebolada de granadina

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 Em França, existe uma clara distinção entre "magret" e "peito" de pato. Você sabe qual é?

É comum encontrar no cardápio de vários restaurantes um prato com “Magret de pato”. No entanto, maioria deles simplesmente ignora o fato de que, em França, existe uma clara diferença entre o “magret” e o “peito” de pato. E como a maioria dos clientes, ninguém nota nem cobra essa distinção.

“Magret” é o nome dado ao peito do pato gordo, que é criado para a produção do famoso, cobiçado... e caro foie gras. Através de um método polémico de engorda que consiste numa alimentação forçada, os bichinhos ficam bem acima do peso.

Desta forma, um “magret” tem tamanho, peso e uma capa de gordura incomparáveis. Uma peça chega a pesar 450g, enquanto o simples “peito” de pato convencional, chega no máximo a cerca de 300g. Na hora do preparo, é comum que se tire uma parte da gordura “magret” antes de grelhá-lo. A diferença também se nota na textura da carne, mais untuosa e macia que o primo menor. Claro que o preço tampouco pode ser igual.

Para servir, ambos devem estar invariavelmente rosés ou, para os mais radicais como eu, mal passados. Servir um peito de (qualquer) pato bem passado é heresia e, pode ter certeza, garantia de dureza e secura.

Assim, da próxima vez que for a um restaurante, é bem provável que você deixe o garçom sem palavras ao questionar o que realmente estão servindo. Não há nenhum problema em servir “peito” de pato. A receita pode estar deliciosa... só não vale usar o nome “magret” em vão.

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 Receita de Magrets de pato com figos e cebolada de granadina:

 

4 Peitos de pato congelados

30 g de miolo de pinhão água

500 g de mistura de arroz agulha e selvagem

Sal pimenta preta de moinho

3 cebolas roxas médias

60 g de margarina Líquida

2 cravinhos

100 g de figos secos macios

1,5 dl de granadina (xarope de romã)

1 Romã

2 a 3 colheres de sopa de vinagre de sidra

125 g de rúcula

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 Deixe descongelar os peitos de pato, apare-lhes a pele e limpe-os de qualquer canícula ou penugem. Ligue o forno e regule-o para os 140 º C. Leve o miolo de pinhão ao lume numa frigideira larga antiaderente. Quando começarem a alourar retire-os para outro recipiente e introduza os peitos de pato na frigideira com a pele virada para baixo. Deixe cozinhar sobre lume forte até a pele começar a tostar, volte-os e deixe alourar do outro lado. Tempere com sal e pimenta moída na altura. Ao mesmo tempo ponha um tacho ao lume com água temperada com sal e quando ferver introduza o arroz e deixe cozer durante cerca de 15 minutos. Descasque as cebolas e corte-as em gomos finos. Retire os peitos de pato para um recipiente de louça e coloque no forno para os manter quentes. Escorra a gordura que ficou na frigideira e coloque a margarina. Leve ao lume, deixe aquecer e adicione a cebola e os cravinhos. Quando a cebola começar a ficar mole, junte os figos e a granadina e deixe ferver suavemente durante 5 a 10 minutos. Entretanto separe os bagos da romã. Se o arroz se já estiver cozido, escorra-o bem junte-lhe um pouco de margarina e os pinhões tostados, coloque num tabuleiro de louça e leve ao forno. Adicione o vinagre de sidra à cebolada, retifique os temperos e retire do lume. Junte a rúcula e os bagos de romã. Corte os peitos de pato em fatias, sirva-os sobre a mistura preparada e acompanhe com o arroz.

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