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...é bom e eu gosto!

Aqui partilho o que mais gosto e me interessa; fotografias, decoração, arquitetura, inspirações, curiosidades, receitas, livros, viagens, boas ideias e espero que me ajudem com a vossa opinião e sabedoria...

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Cinco dos jardins mais notáveis do mundo são portugueses

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 Portugal está muito bem representado na eleição da “The Gardener’s Garden” para os jardins mais notáveis do mundo.

1655795_10152215158810479_1774315360_o.jpgDivulgado no final de 2014, o livro "The Gardener's Garden", publicado pela editora britânica Phaidon Press, dedicada sobretudo à difusão de artes visuais como arquitectura e fotografia, elegeu os 250 jardins mais notáveis de todo o mundo. Trata-se de uma listagem de espaços verdes espalhados pelos cinco continentes que surgem ilustrados nas 450 páginas que mostram verdadeiros pedaços da natureza. Portugal integra a lista e surge bem representado com cinco jardins que não deve deixar de visitar.

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Jardim da Quinta da Regaleira, projectado pelo arquitecto italiano Luigi Manini. Localizada no coração da vila romântica e misteriosa de Sintra, a Quinta da Regaleira estende-se por quatro hectares e é composta não só pelo seu magnífico jardim, mas também pelo Palácio, pela capela e por grutas e poços iniciáticos;

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Parque de Serralves, arquitectado pelo francês Jacques Gréber em 1932. Localizado na cidade do Porto, o Parque estende-se por dezoito hectares e compreende o Museu de Arte Contemporânea, edifício projectado por Álvaro Siza Vieira. Para além da vegetação característica do norte do país, o parque compreende também a Casa e Fundação Serralves;

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 Jardim do Palácio dos Marqueses de Fronteira, recortado por sebes, coroado com uma fonte central e delimitado por muros revestidos de painéis de azulejos. Trata-se de um jardim que compreende o Palácio, mandado construir por D. João de Mascarenhas, primeiro Marquês de Fronteira. Localizado junto ao Parque Florestal de Monsanto, estende-se por mais de cinco hectares de beleza natural;

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 Jardim da Quinta do Palheiro, célebre pela sua localização nas colinas a leste do Funchal. Premiado por conseguir reunir algumas das plantas mais valiosas e raras, o jardim distingue-se pela sua infindável colecção de camélias, observáveis sobretudo entre Novembro e Abril. A Quinta foi adquirida em 1885 pela família Blandy e continua sempre em manutenção geração após geração. É composta por uma capela barroca e por uma casa do século XVIII;

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 Parque Terra Nostra, projectado pelo jardineiro inglês Middleton no século XIX. Localizado bem no centro do Vale das Furnas, nos Açores, este Parque conta não só com vegetação característica da zona, mas também com plantas oriundas de outras partes do planeta. Ponto obrigatório no roteiro turístico dos Açores, o Parque compreende também um Tanque de Água Termal muito procurado pelos seus visitantes, uma vez que proporciona uma sensação de relaxamento, também servindo para recuperação de energias nas águas carregadas de minerais e à temperatura de 40ºC.

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Créditos/foto: Gardenista

A editora Phaidon (Reino Unido) lançou recentemente, no final de 2014, o livro The Gardener’s Garden, que reúne uma selecção de 250 jardins entre os mais notáveis de todo o mundo.

Nesta criteriosa lista, elaborada por um painel de especialistas de vários países, cinco jardins são portugueses: a Quinta da Regaleira, em Sintra, o Parque de Serralves, no Porto, o Jardim do Palácio dos Marqueses de Fronteira, em Lisboa, o Parque Terra Nostra, nos Açores, e a Quinta do Palheiro, na Madeira.

O The Gardener’s Garden reúne mais de 1200 ilustrações, de jardins de todo o mundo, num total de 480 páginas.

 

+info:

Revolução de 25 de Abril de 1974 ~ Portugal

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 Francisco Fernandes Photography

Revolução de 25 de Abril de 1974

Dia da Liberdade
A Revolução dos Cravos

 

Cravo: o símbolo da revolução
No próprio dia da revolução, uma pastelaria na Baixa preparava-se para comemorar mais um a...niversário oferecendo flores a todos os clientes. A funcionária encarregada de comprá-las passou pelos militares e começou a distribuí-las - cravos vermelhos. Os soldados puseram-nos nos canos das espingardas.
Esta imagem feliz de uma arma que, ainda que dispare, só irá atirar flores, foi captada por fotógrafos e adoptada para cartaz largamente divulgado. O cravo tornou-se a imagem da revolução e o 25 de Abril ficou conhecido (pelo menos nos seus primeiros tempos) como a "Revolução dos Cravos".

Praça do Comércio.jpg

 Praça do Comércio

PSP batendo pála ao Cap. Salgueiro Maia

Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: não identificado...
in
Maria José Coelho Martins - Grupo de amigos de Lisboa

 

A Ditadura Militar instituída a 28 de maio de 1926 deu origem, volvidos escassa meia dúzia de anos, ao Estado Novo idealizado e gerido por Salazar. Afastado este do poder, por doença incapacitante, a chefia do governo é entregue a Marcello Caetano, que, entre outros problemas por resolver, herda uma guerra colonial em três frentes, sem solução militar à vista nem vontade política de optar por uma solução política negociada. Cansados da guerra, os militares profissionais encetam movimentações de carácter corporativo que rapidamente se transformam em reivindicações políticas, acabando por encarar como única saída o derrube do regime pela força.

Jovem mulher oferecendo um cravo a militar no dia

 Baixa de Lisboa 

Jovem mulher oferecendo um cravo a militar

...
Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: não identificado
in Blog Histórias com História de Paulo Nogueira


Será o Movimento das Forças Armadas (MFA) que irá desencadear uma revolta militar em grande escala, conseguindo derrubar o regime sem o emprego da força e sem causar vítimas. Depois de uma tentativa frustrada, protagonizada pelo Regimento de Infantaria das Caldas da Rainha, a 16 de Março de 1974, o processo revolucionário acelera. Na noite de 24 para 25 de Abril, duas estações de radiodifusão lançam para o ar duas canções que irão adquirir um simbolismo particular (E Depois do Adeus, interpretada por Paulo de Carvalho, que soa como uma despedida do governo marcelista, e Grândola, Vila Morena, interpretada pelo poeta banido José Afonso, um conhecido opositor do regime, canção esta que transporta uma mensagem de conteúdo democrático ao evocar a vilazinha de Grândola, onde "o povo é quem mais ordena"),
desencadeando as operações militares, superiormente coordenadas pelo major Otelo Saraiva de Carvalho. Em perfeita coordenação, elementos envolvidos na conspiração tomam conta das respectivas unidades, formam colunas de voluntários, convergem para os grandes centros e ocupam todos os pontos estratégicos do país, colocando as forças fiéis ao governo em posição de desvantagem e na defensiva. Sem disparar um tiro, cobrem praticamente todo o país.

 Dois momentos de tensão apenas se registam naquela primeira fase, ambos em Lisboa, ambos protagonizados por um jovem capitão de Cavalaria, Salgueiro Maia - um encontro com um destacamento de blindados obediente ao Governo, que por pouco não redunda em acção de fogo, mas que se resolve quando as tropas envolvidas se colocam às ordens de Salgueiro Maia; outro, horas mais tarde, quando o mesmo oficial manda abrir fogo sobre a parede exterior do quartel da GNR no Carmo, como forma de "persuadir" Marcello Caetano, lá refugiado, a render-se. O chefe do Governo acaba por se render ao General António de Spínola, com medo de que o poder "caísse na rua", e a tensão desce.

Militares com cravos nas espingardas no dia 25 de

 Baixa de Lisboa 

Militares com cravos nas espingardas  

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Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: não identificado
in Blog Histórias com História de Paulo Nogueira


Só um incidente irá manchar os acontecimentos: agentes da PIDE/DGS, barricados na sua sede, abrem fogo sobre manifestantes, causando alguns mortos e feridos. Apesar da sua brutalidade, não passa de um acto de desespero, não sendo sequer um acto de defesa do regime. Tal como a Monarquia a 5 de Outubro de 1910 e a República a 28 de maio de 1926, um regime cai por não ter já quem o defenda e queira dar a vida por ele.
Os revoltosos fizeram sair do Quartel do Carmo o primeiro-ministro, Marcello Caetano, e o Presidente da República, Américo Thomaz, num carro de combate ("Chaimite"), a fim de os poupar à exaltação da multidão. Pouco depois seriam transferidos para a ilha da Madeira, e daí, a 20 de maio, para o Brasil, com o que a revolução criou um precedente de tolerância que iria servir, em fases posteriores, para permitir ultrapassar as dificuldades sem derramamento de sangue.

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 Baixa de Lisboa 

Militares com cravos encarnados  

...
Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: não identificado
in Blog Histórias com História de Paulo Nogueira


Algumas horas após a transmissão de poderes de Marcello Caetano para as mãos de Spínola, constitui-se um órgão governativo provisório, com representação de todos os ramos das Forças Armadas (a Junta de Salvação Nacional; os militares subalternos que acabavam de fazer triunfar a revolução do "Movimento dos Capitães", em nome do respeito pelas hierarquias, entregavam o poder nas mãos de oficiais generais. (in infopedia.pt)

Ilustração alusiva ao dia 25 de Abril de 197

  Ilustração alusiva ao dia 25 de Abril de 1974 da revista Gaiola Aberta (col. pess.)

 

Cronologia resumida

22:55 [24 de Abril de 1974] - Os Emissores Associados de Lisboa faz a transmissão de “E depois do adeus”, de Paulo de Carvalho, dando ordem de partida para a saída dos quartéis.

00:20 - O programa "Limite" da Rádio Renascença transmite a canção “Grândola Vila Morena”, de José Afonso, segundo sinal do MFA, para que os militares dessem início às operações previstas.

03:00 - Início do cumprimento das missões militares, de acordo com o Plano Geral das Operações”.

04:20 - O Rádio Clube Português transmite o primeiro comunicado do MFA. O Aeroporto de Lisboa e o Aeródromo Base de Figo Maduro são ocupados pela coluna da EPI-Escola Prática Infantaria (Mafra).

06:45 - O Posto de Comando toma conhecimento de que Marcello Caetano, Presidente do Conselho de Ministros, está no Quartel do Carmo.

08:30 - Uma força da PSP chega ao Terreiro do Paço, mas nem tenta entrar em confronto com as tropas de Salgueiro Maia.

11:30 - Salgueiro Maia comanda as forças da EPC (Escola Prática de Cavalaria), que vão cercar o Quartel da GNR no Largo do Carmo, em Lisboa.

11:45 - O MFA informa o país, através do RCP, que domina a situação de Norte a Sul.

12:30 - As forças de Salgueiro Maia cercam o Largo do Carmo e recebem ordens do Posto de Comando para abrir fogo sobre o Quartel da GNR, para obter a rendição de Marcello Caetano.

15:00 - Por ordem do Posto de Comando, Salgueiro Maia pega num megafone e faz um ultimato à GNR para que se renda, ameaçando rebentar com os portões do Quartel do Carmo.

17:00 - Por ordem do Posto de Comando, às 15h10, Salgueiro Maia pega num megafone e faz um ultimato à GNR para que se renda, ameaçando rebentar com os portões do Quartel do Carmo, dizendo: «atenção Quartel do Carmo, atenção Quartel do Carmo. Damos dez minutos para se renderem. Todas as pessoas que ocupam o quartel devem sair desarmadas e com as mãos no ar. Se não saírem destruiremos o edifício».

18:00 - Spínola chega ao Largo do Carmo e, acompanhado por Salgueiro Maia, entra no Quartel para dialogar com Marcello Caetano.

18:30 - A Chaimite "Bula" entra no Quartel do Carmo para transportar Marcelo Caetano à Pontinha.

23:30 - É promulgado o Decreto-Lei n.º 171/74, da Junta de Salvação Nacional, que extingue a PIDE/DGS , a Legião Portuguesa, a Mocidade Portuguesa e a Mocidade Portuguesa Feminina e o Secretariado para a Juventude e insere novas disposições relativas às atribuições da Polícia Judiciária e da Guarda Fiscal. A PIDE/DGS era somente extinta em Portugal Continental, sendo reorganizada em Polícia de Informação Militar «nas províncias»

 

.[...] É promulgada a Lei n.º 1, da Junta de Salvação Nacional, que destitui das suas funções o Presidente da República, o Presidente do Conselho e o Governo e dissolve a Assembleia Nacional e o Conselho de Estado e determina que todos os poderes atribuídos aos referidos órgãos passem a ser exercidos pela Junta de Salvação Nacional.

 

Praça Dom João da Câmara.jpg

 Praça Dom João da Câmara


 Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: não identificado...
in AML

Av. Ribeira das Naus.jpg

 Av. Ribeira das Naus


 Legenda de Adelino Gomes: "Tenente-Coronel Ferrand de Almeida, o Capitão Salgueiro Maia e o seu adjunto, Tenente Assunção (na foto, primeiro, segundo e terceiro a contar da direita) (...) e o ex-Alferes Brito e Cunha (na foto, à civil) são protagonistas dos primeiros momentos de tensão, quando forças do RC-7 [Regimento de Cavalaria 7], fiéis ...ao governo, progrediram do Cais do Sodré em direcção aos blindados da EPC [Escola Prática de Cavalaria]". (cerca das 10h-10.30h)

Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: Alfredo Cunha
in AML
— com <input ... >Brito Cunha, <input ... >B, <input ... >Pato Anselmo, <input ... >Jaime Neves e <input ... >Salgueiro Maia.

Rua do Arsenal.jpg

 Rua do Arsenal

Aspecto da Rua do Arsenal, onde "Panhards" e uma EBR da Escola Prática de Cavalaria barraram o caminho aos carros de combate M47 de Cavalaria 7, força fiel ao governo sob comando do Brigadeiro Junqueira dos Reis. Salgueiro Maia em primeiro plano, correndo em direcção ao Terreiro do Paço. (cerca das 10h).
...
Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: Alfredo Cunha
in AML
— com <input ... >Salgueiro Maia.

Praça do Comércio, Cais das Colunas.jpg

 Praça do Comércio, Cais das Colunas
[contratorpedeiro Huron, da marinha do Canadá]


Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: Alfredo Cunha
in AML

Terreiro do Paço.jpg

 Terreiro do Paço

 

Legenda de Adelino Gomes: "o dispositivo ocupa o Terreiro do Paço ao fim da madrugada e surpreende-se com a presença dos navios da NATO que já deviam ter-se feito ao largo para participar no exercício «Dawn Patrol»"
...
Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: Alfredo Cunha
in AML

Terreiro do Paço 1.jpg

 Terreiro do Paço


 Carro de combate posicionado diante do Cais das Colunas, à Praça do Comércio; em segundo plano, a fragata Almirante Gago Coutinho. Legenda de Adelino Gomes: "O dispositivo ocupa o Terreiro do Paço ao fim da madrugada e surpreende-se com a presença dos navios da Nato que já deviam ter-se feito ao largo para participar no exercício «Dawn Patrol»".(c...erca das 9h).

Data: Quinta, 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: Alfredo Cunha
in AML

Rua Áurea.jpg

 Rua Áurea


Populares observam o aparato militar na Rua do Ouro, selando o acesso à Praça do Município. Legenda de Adelino Gomes: "A população não segue os conselhos dos militares e vem para a rua, curiosa e fascinada, enquanto na zona da Praça do Município instruendos do CSM da Escola Prática de Cavalaria, pertencentes ao 5.º pelotão de atiradores, esperam, de arma...s na mão, as forças leais do governo". (cerca das 9h)

Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: Alfredo Cunha
in AML

Rua Garrett.jpg

 Rua Garrett

 

Seguindo as instruções do Posto de Comando da Pontinha, as forças lideradas pelo Capitão Salgueiro Maia dirigem-se para o Quartel-General da Guarda Nacional Republicana, no Largo do Carmo, onde se encontram refugiados o ditador Marcelo Caetano e alguns dos seus ministros.
...
Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: não identificado
in AML

Largo do Carmo.jpg

 Largo do Carmo


Legenda de Adelino Gomes: "Aceite a rendição de Marcelo Caetano, os portões abrem-se e iniciam-se os preparativos para o transporte até à Pontinha do Chefe do Governo e respectivos ministros, que abandonam o local num blindado Chaimite de nome "Bula" (...). Um coro gigantesco de assobios e palavras de ordem antifascistas acompanham a saída da coluna... com os prisioneiros". (cerca das 19.30h).

Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: Alfredo Cunha
in AML

Calçada do Sacramento.jpg

 Calçada do Sacramento


Carro de combate selando o acesso ao Largo do Carmo, a partir da Calçada do Sacramento.
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Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: não identificado
in AML

Rua António Maria Cardoso.jpg

 Rua António Maria Cardoso


Legenda de Adelino Gomes: "Forças de cavalaria, de infantaria e da marinha ocupam as entradas da Rua António Maria Cardoso, onde se situa a sede da PIDE/DGS"
...
Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: Alfredo Cunha
in AML

Concentração popular.jpg

 Concentração popular


Fotografia: Estúdio Mário Novais
in Biblioteca de Arte da F.C.G..

Concentração popular na Rua do Carmo.jpg

 Concentração popular na Rua do Carmo


Fotografia: Estúdio Mário Novais
in Biblioteca de Arte da F.C.G..

Concentração popular no Largo do Chiado.jpg

Concentração popular no Largo do Chiado


Fotografia: Estúdio Mário Novais
in Biblioteca de Arte da F.C.G..

Concentração popular no Largo de Camões.jpg

 Concentração popular no Largo de Camões


Fotografia: Estúdio Mário Novais
in Biblioteca de Arte da F.C.G..

Concentração popular no Rossio.jpg

 Concentração popular no Rossio


Fotografia: Estúdio Mário Novais
in Biblioteca de Arte da F.C.G..

Salgueiro Maia  junto as tropas rendidas no dia 25

 Capitão Salgueiro Maia  junto às tropas rendidas

...
Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: Alfredo Cunha
in AML

Carros blindados e tropas na Rua Augusta em Lisboa

 Rua Augusta em Lisboa

Carros blindados e tropas 

...
Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: não identificado
in
arq. Centro de Documentação 25 de Abril

Salgueiro Maia e as suas tropas no dia  25 de Abri

 Capitão Salgueiro Maia e as suas tropa

...
Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: Alfredo Cunha
in AML

Tropas em carro blindado na Praça do Comérci

Praça do Comércio em Lisboa 

Carro blindado com tropas

...
Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: não identificado
in
arq. Centro de Documentação 25 de Abril

Chaimite na Praça do Comercio no dia 25 de Abri

  Praça do Comércio

Carro blindado “chaimite”

...
Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: não identificado
in Blog Histórias com História de Paulo Nogueira

Rua da Baixa de lisboa no dia 25 de Abri de 1974l.

 Baixa de Lisboa

Milhares de carros blindados na baixa de Lisboa.

...
Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: não identificado
in Blog Histórias com História de Paulo Nogueira

Militares e crianças na rua no dia 25 de Abril

 Crianças nas ruas de Lisboa juntos na revolução

...
Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: não identificado
in Blog Histórias com História de Paulo Nogueira

Carro blindado na Rua Serpa Pinto em 25 Abril de 1

 Rua Serpa Pinto em Lisboa

Carro Blindado

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Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: não identificado
in AML

Largo do Carmo no dia 25 de Abril de 1974 arq_ Fun

Largo do Carmo em Lisboa

...
Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: não identificado
in arq. Fundação Mário Soares

Cerco do Largo do Carmo no dia 25 de Abril de 1974

 Largo do Carmo em Lisboa

O cerco no Largo do Carmo

...
Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: não identificado
in arq. Fundação Mário Soares

Salgueiro Maia falando para os civis no Largo do C

 Largo do Carmo

Salgueiro Maia a falar aos civis

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Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: não identificado
in Blog Histórias com História de Paulo Nogueira

Salgueiro Maia no dia 25 de Abril de 1974 foto Alf

Capitão Salgueiro Maia

Capitão Salgueiro Maia frente ao Quartel do Carmo

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Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: Alfredo Cunha
in AML

Militar frente ao quartel do Carmo em carro blinda

Quartel do Carmo

Frente ao Quartel do Carmo com carro Blindado

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Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: Alfredo Cunha
in AML

Entrada no quartel do Carmo no dia 25 de Abril de

 Quartel do Carmo

Entrada no Quartel do Carmo

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Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: não identificado
in Blog Histórias com História de Paulo Nogueira

Militares e civis e tanque no Largo do Carmo em 25

Largo do Carmo

Milhares de pessoas no Largo do Carmo com carro blindado

...
Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: não identificado
in Blog Histórias com História de Paulo Nogueira

Imagem de multidão no Largo do Carmo Século

Largo do Carmo

Milhares de pessoas no Largo do Carmo

...
Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: não identificado
in Blog Histórias com História de Paulo Nogueira

Capitão Otelo Saraiva de Carvalho e camaradas n

Ruas de Lisboa

Capitão Otelo Saraiva de Carvalho e camaradas durante operações de rua 

...
Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: não identificado
in Blog Histórias com História de Paulo Nogueira

Tropas do MFA tomando posição no elevador de

 Elevador de Santa Justa

Tropas do MFA tomando posição no elevador de Santa Justa

...
Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: não identificado
in arq. Fundação Mário Soares

Militares frente à sede da PIDE DGS na Rua Ant

  Rua António Maria Cardoso em Lisboa

 Militares frente à sede da PIDE/DGS

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Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: não identificado
in Blog Histórias com História de Paulo Nogueira

Militares mantendo a ordem pública na Praça

 Praça da Figueira

Militares mantendo a ordem pública na Praça da Figueira

 ...
Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: não identificado
in
arq. Centro de Documentação 25 de Abril

Estudantes no dia 25 de Abril junto ao ascensor da

 Elevador da Glória

Estudantes no dia 25 de Abril de 1974 junto ao elevador da Glória

...
Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: não identificado
in Blog Histórias com História de Paulo Nogueira

Militares e civis comemorando na rua a liberdade

 Militares e civis comemorando na rua a liberdade

...
Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: não identificado
in Blog Histórias com História de Paulo Nogueira

Militares e civis no Largo dos Restauradores em Li

 Militares e civis nos Restauradores em Lisboa

 ...
Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: não identificado
in
arq. Centro de Documentação 25 de Abril

Militares da Força Aérea, Exército e  Mar

 Baixa de Lisboa

Militares dos três ramos das forças armadas numa rua da baixa lisboa

...
Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo:
Uliano Lucas
in Blog Histórias com História de Paulo Nogueira

Militares e populares na cidade do Porto juntaram-

 Cidade do Porto

Militares e populares na cidade do Porto juntaram-se

...
Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: não identificado
in arq. JN

O Movimento das Forças Armadas desfilou pela Av

 Avenida dos Aliados no Porto

Tropas do MFA na Avenida dos Aliados no Porto, durante a revolução

...
Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: não identificado
in arq. JN

Vários tanques percorreram a Avenida dos Aliado

 Avenida dos Aliados no Porto

Viaturas militares na Avenida dos Aliados no Porto

...
Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: não identificado
in arq. JN

A revolução fez-se também na Câmara Mu

 Câmara Municipal do Porto

A revolução de 25 de Abril de 1974 fez-se também na Câmara Municipal do Porto

...
Data(s): 25 de Abril de 1974
Fotógrafo: não identificado
in arq. JN

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 Jornal República de 25 de Abril de 1974

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 Jornal A Capital do dia 25 de Abril de 1974

Diversas publicações de jornais do dia 25 de

 Diversas publicações de jornais do dia 25 de Abril de 1974

Capa da revista Século Ilustrado do dia 25 de A

 Capa do Século Ilustrado do dia 25 de Abril de 1974

Todos os envolvidos no golpe de estado do dia 25 d

    Principais envolvidos no golpe de Estado do dia 25 de Abril de 1974 (arq. Ciber Sul)

Departamento de ministério no dia 25 de Abril d

 Aspeto de departamento de ministério no dia 25 de Abril de 1974 após o regime deposto

Soldado retirando o retrato de Oliveira Salazar, f

 Soldado retirando o retrato de Oliveira Salazar, é o fim do regime

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Tarte de iogurte de framboesa e chocolate

c2eb2118-5e9e-4503-b3b4-9ac03ff447be.jpgMergulhe nesta sobremesa de camadas geladas com biscoitos, iogurte fofo, molho de chocolate quente e frutas frescas.

 Receita:

450g. de bolachas de chocolate duplo

¼ Copo de óleo vegetal

2 Colheres de sopa de água

1 Ovo

1 1/2 copos framboesas frescas

4 Yoplait® chicotes! ® Iogurte de framboesa (névoa-batido)

1 Xícara de creme de leite, chantilly

2 Colheres de sopa de toppings de chocolate

1 Copo mirtilos frescos

 

Instruções

Aquece-se o forno a 350 ° F. Numa tigela grande, misture os biscoitos, óleo, água e ovo até formar uma massa macia.

Na forma untada, deixe a massa por colheres de sopa para fazer 6 biscoitos. Asse 8-11 minutos ou até estar bom.

Arrefeça 2 minutos e retire da assadeira para a grelha de arrefecimento.

Enquanto isso, pressione restante na parte inferior de uma tarteira até os lados da assadeira. Asse 8 a 10 minutos ou até ficar bom. Deixe esfriar completamente, cerca de 30 minutos.

Numa tigela média, deite 1/2 xícara de framboesas no iogurte e espalhar uniformemente sobre a massa já fria. Esfarele os 6 biscoitos já frios; polvilhe sobre a mistura de iogurte. Espalhar cuidadosamente o chantilly uniformemente sobre as migalhas de biscoitos. Vai a congelar 4-5 horas ou até ficar firme. Remova os lados da forma.

Regue 1 colher cobertura de chocolate sobre a sobremesa. Cubra com mirtilos e framboesas restantes. Regue com o restante topping. Guarde no congelador.

Se congelar durante a noite, retire do congelador deixe descansar por 15 minutos antes de cortar.

Banco do 515 da Quinta da Regaleira

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 Banco do 515, esculpido em mármore de lioz tem Beatriz (da Divina Comédia de Dante) no centro com um facho nas mãos e nas pontas, cinco unidades frontais de cada lado, sendo que as sextas estão de lado.

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 Este número 6 remete-nos para o 616, mais vulgar e recentemente conhecido por 666. Como muitos dos cenários da Quinta da Regaleira, também este banco foi inspirado pela Divina Comédia. Beatriz, a mulher representada ao centro, terá feito uma profecia em que viria um mensageiro de Deus, que seria o 515, para combater o mensageiro da besta, o 616.

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 Este 515 seria um messias, que salvaria as civilizações do fim do mundo. Dante, como italiano, acreditava no ressurgimento do antigo império romano, que era controlado pelo Papa. Os betões acreditavam no Rei Artur e, em Portugal, adotou-se a ideia do Sebastianismo, ou seja, os portugueses acreditavam que D. Sebastião voltaria e se daria o regresso à época dos Descobrimentos, gloriosa para Portugal. De cada um dos lados do banco, estão representados dois galgos em posição de vigília, que posavam ao lado de D. Sebastião na maioria dos quadros ou das ilustrações da época.

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Gruta do Labirinto e lago da Quinta da Regaleira

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 Gruta do Labirinto e lago, o troço superior de túneis da Regaleira não constitui, diretamente, um labirinto, mas tem com este e com a sua carga simbólica, uma relação, pois os seus caminhos subterrâneos podem levar a, diferentes direções.

 Os túneis da Regaleira continuam a constituir o quadro distintivo essencial da quinta e, em forte medida, o seu maior mistério ou, pelo menos, a fonte principal de controvérsia e debate. 

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 São uma figuração da viagem das trevas à luz, como um caminho que conduz da morte simbólica do profano e à ressurreição do iniciado, como um homem novo. Além dos túneis, estão sempre presentes os lagos que expressam os olhos da Terra, pelos quais os habitantes do mundo subterrâneo podem ver o que existe no mundo exterior.

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 Podem ainda simbolizar a referência às águas do génesis e ao nascimento do Homem através das águas do ventre materno. A água, que aparece por toda a Quinta, pode também ser vista como elemento purificador que traria a “limpeza espiritual” à vida. 

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 Assim depois, de atravessar as trevas das grutas labirínticas, até chegar à luz, esta vê-se refletida em lagos, surpreendentes. As grutas do labirinto são grutas artificiais, totalmente construídas por Manini e Carvalho Monteiro.

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 Nestas grutas, os caminhos que nos levam ao interior do labirinto são livres. Remetendo para a mitologia, surge uma viagem e uma procura pela espiritualidade. Estão presentes, de forma evidente, três dos quatro elementos fundamentais do conhecimento esotérico e da mitologia: a terra, a água e o ar.

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 A terra, porque é dentro dela que os túneis são percorridos; a água, porque existem quer lagos exteriores, quer interiores; o ar, porque as aberturas são múltiplas, permitindo que a brisa nos surpreenda.

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 O quarto elemento é mais subtil, tendo em conta que só com uma tocha ou uma vela é que era possível, naquela altura, percorrer túneis completamente escuros e cheios de sobressaltos. É o primeiro percurso da Quinta e é o encontro com os quatro elementos fundamentais.

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 Temos ainda e sempre na Regaleira a dualidade luz/sombra, passando de uma para a outra com rapidez como na vida e no conhecimento.

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